Testes de inteligência

Chamei-lhes testes de inteligência, mas poderia dar-lhes o nome de charadas ou outro qualquer que desse a entender que há questões que não são de resposta simples e exigem a aplicação do esforço da nossa mente.

Não são realmente testes de inteligência – embora esse seja um nome elegante – porque não é isso que eles fundamentalmente testam.

Alguns destes exercícios, é certo, obrigam a pensar, e pensar dá um pouco de trabalho se não se estiver acostumado a isso. Outros, porém, apenas pedem que se tenha atenção, ou um pouco de concentração, porque contêm alguma armadilha, ou são tolas e não há resposta para elas.

Seja como for, são todas elas um bom treino para quem se vê obrigado a responder, em testes de avaliação na escola, a questões colocadas pelos professores. A minha experiência mostrou-me que muitas vezes alunos que sabem a matéria respondem mal às questões porque estão desconcentrados ou têm preguiça de pensar.

Para fazer estes exercícios, adaptei, ou inspirei-me, nuns pequenos cadernos que há uns anos acompanhavam um jornal semanário. Tinham este título: Abre-te cérebro.

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